recusa-se — antes de toda a impaciência — o que nem chega a formar um rosto: recusa-se, muitas vezes, um temor natimorto. Ao avaliar a combustão do que não nos apropriamos, ignoramos a possibilidade de compor, com os objetos rejeitados, um rigoroso, severo afeto, porque corroemos o que não podemos controlar.
[casé lontra marques]
Um comentário:
Uma pena, realmente. =/
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