de sofrer e amar, a gente não se desfaz.
Mostrando postagens com marcador destino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador destino. Mostrar todas as postagens

25.4.10

jackpot

botei um cd que tem aqui sem capa e sem nada impresso no disco - só uma mata verde - e achei que era um do milton, chamado "nascimento". mas era "a força que nunca seca". amei. nem sabia que tinha esse disco.

começa com "trenzinho caipira" e "luar do sertão". GANHEI!

tô indo ver bituca, desde 12 de junho de 2008 que não o vejo... [primeiro a voz, depois o homem]


11.2.10

porra, tô floodando até o blog, a caganeira tá demais.

sério, ontem uma velha que divide parede comigo - que mora com outra velha e as duas vivem gritando - caiu, abriu a cabeça, começou a sangrar. e ela, teimosa que só, não queria ir ao médico. o PORTEIRO chamou a ambulância da unimed. enfim. deus, ó, uno-primordial, todo-indivisível, faça com que eu não envelheça assim e não more com uma outra velha teimosa e não passe o dia gritando que eu não quero fazer as coisas... e... OPS!

31.1.10

não estar apaixonada, viu, é meio ruim, porque não tem aquela direção do "every song has a you/ a you that the singer sings to/ baby you're it this time". ontem pra conseguir dormir depois de ter tomado muito café foi difícil. talvez eu devesse ter saído mesmo sem dinheiro e com o rafa tendo ido embora. "tem doído", no fundo é isso - a dor da não-paixão. talvez rafa tenha razão, viu, estar sempre apaixonado é uma necessidade que nossos corações superromânticos têm.

veja, o último post de rafael costa tem como título "sofro como nina, ai de mim", e nessa onda astrológica em que me encontro desde que descobri o personare, um ano atrás, tento entrar no orkut e saber qual é o signo dele, mas ele deletou. os desapegos, né?

enquanto isso, eu revisito os recados online de um ano atrás e vejo-me transbordantemente apaixonada por umas cinco pessoas ao mesmo tempo - aquelas movimentações súbitas que minha vida amorosa dá - e todas elas impossíveis, marinheiras, moram longe, aquelas coisas. aquelas feridas de amores que dariam certo se apenas morássemos a 12 km de distância, e não 600, mas a vida não é capaz de me presentear com isso.

e eu que dizia que essa casa nova não me dava tesão, tive sonhos eróticos - em tempos de recolhimento afetivo - e paguei pela língua (no pun intended). é o que dá ter ido dormir ouvindo "accidental babies" e acordar com o barulhinho de "slow like honey"- que tocou sem querer porque não travei o ipod - inexplicavelmente se conectando com meu sonho.

é por isso que falei que é difícil não ter o you para ligar cognitivamente a estas músicas. não tenho o you nem fisicamente nem em pensamento. até em fantasias eu não sei ser objetiva e minha mente divaga procurando um alvo fixo, mas sem saber com que ele se parece. EU FINJO TER PACIÊNCIA!