de sofrer e amar, a gente não se desfaz.
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18.11.12

diálogos lyonenses

- fê!
(fernanda e felipe respondem) - oi?
- não, o outro felipe.
- ah, tá.

(?)

- o aristóteles detesta teatro.
- é, o cara que meteu o pau na tragédia na poética não gosta de teatro.

--

e estive pensando em situações, menos no sentido de situações comediais (Sitcom) e mais em fantasia pura, que de surrealista tento transformar em realista, com uma tinta de distanciamento irônico e umas pinceladas de romantismo:

- você está quieta hoje.
- é, sei lá.
- tudo bem?
- é que tinha umas coisas que eu queria fazer. há muito tempo-

o pano cai e eu volto pra mim, pra cidadela, pro amarelo do outono, pra longas caminhadas nas pedras de um outro país.