de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

18.11.04

show de marquinhos de oswaldo cruz

sem saber o que veria, fui com o pai e a madrasta a um show no rival. de noite.
legal, porque o pessoal de samba não tem muito dessas rivalidades com outras escolas, fora do carnaval.
digo, as pessoas de uma determinada escola cantam sambas e em terreiros de outras, é a maior zona.
metade das pessoas no palco estava doente. mas foi muito lindo e suas vozes estavam frescas.
e o pessoal todo gente boa, sem termos lhes feito nada, nos dão cds, autógrafos e convites, e sentamos na primeira mesa, batemos palmas com vontade, como turistas.
o ex-moço do garganta profunda (o grupo vocal), sem ser o pedrão, verei-o num bar chamado catedral, na lapa, que meu pai cisma em abrir, dia 2 de dezembro. ou no sesc nova friburgo no dia seguinte. não lembro o nome dele (e ele me chamou de fê, olha), então não consigo descobrir que horas é e quanto custa.
mas é sambão, não é pagode e é do bão.

a piada no parágrafo acima só vai ter graça - e nem tanta graça assim - pra mim. o monopólio da graça das coisas...

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