de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

6.12.07

depois de levar vários tiros ontem e o policial me perguntar qual era o meu nome, antes de fechar o zíper do saco preto por cima de mim, hoje virei o jogo e consegui esfaquear várias pessoas do mal, com uma faca meio peçonhenta e molenga, que tinha que ser atirada às pessoas, tipo aquelas gelecas transparentes que a gente ganhava - sei lá onde, mas eu sempre tinha esses negócios -, com uma lâmina na ponta. só ficou faltando um que eu esfaqueava e cortava, mas não caía facilmente. aí eu descobri que esse bicho era daqueles que se tinha que perdoar, que ele era regenerativo, e ia aprendendo aos poucos a ser bonzinho e podia ser reintegrado à esfera social.
isso quer dizer... ontem eu levava porrada e era morta na minha rua, em pleno dia de aniversário, e não adiantava eu dizer que estava viva - chorando, catar meus dentes no chão, embora já se tivessem transformado em chaves e pequenas miniaturas que não cabiam na coroa - eles já tinham decidido que eu tinha que sentar e esperar morrer de verdade.

hoje os dentes caídos impossibilitadores da agressão direcionada estavam todos lá. e não só eu conseguia ser agressiva, como também matei vários seres nocivos com uma arma metade infantil e metade letal.
além disso, eu tinha energia sexual suficiente para ficar com uma amiga que tinha um penteado de perna legal. os pelos se organizavam em S, como se fosse a listra branca do pepe legal, mas ao contrário.

4 comentários:

Anônimo disse...

opa! pulei do trampolim... legal.. me identifiquei mt com a parte em que vc esfaqueou as pessoas. :)

Raven disse...

lsd?

Bruno Lopes Lima disse...

Meu Zeus, o que é isso? =))))

E. disse...

socorro me explica!