de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

27.2.08

diário - viagem pra sampa.

fui tirar a foto do rio card. apesar da cagação e mau-humor-funcionalista do cadastro, achei o lugar e tudo correu smoothly, pacientemente e rápido (nem parecia a previdência social, da prefeitura do rio de janeiro). saí de lá e já usei pra ir pra rodoviária.

já vi duas meninas com franja igual à minha, que mari cortou ontem. já tô começando a gostar dela, porque me lembro dos cortes de denise richards e angelina jolie. TEMDENSSIA.

acabo de reparar que esqueci a porra do parmênides em casa. e a máquina fotográfica. na prefeitura, hoje, tinha um quadro com a letra de preciso me encontrar, do candeia. alguém me explica essa minha tendência de sair correndo assim que chego em casa? que pulga na cueca! será carpe diem de jovem? que sabotagem é essa, de eu tentar me convencer que isso é ruim? que é uma fuga das responsabilidades, da vida adulta, das raízes, de amadurecer (no senso comum = trabalhar de carteira assinada, casar, sair da escola)? que é reflexo do meu desconforto com a vida que levo no meu apartamento (que acaba sendo, também, outra pousada, ainda que ande me sentindo abençoada por adentrar nas vivências familiares pós-modernas, vivendo com quem vivo, atualmente - NEVER A DULL DAY)?
here we go.

end of the trip, listenin' to some awesome songs, havin' awesome ideas, thinkin' i might be growing a little country.

cheguei logo, fica fichinha viajar 4 horas, pra quem acabou de viajar 22. com fome, comemos. pão com pão. rá!

estou meio hippie aqui, retirada - não há vizinhos (mas ainda não vi os arredores, porque também não há postes e luz elétrica na rua) -, penso que tenho que hermitar por mais tempo, aqui. e estranhamente, não paro de falar no tapajós (provavelmente porque vivem me perguntando sobre meu vegetarianismo; porque falamos de mato, meditação e hippies e música; porque devo encontrá-lo no sábado, ao chegar d'ici).

era bom eu voltar pras terapias. e pra faculdade, também não paro de pensar nela (e, aparentemente, também não sei mais acentuar).

fiquei impressionada com as minhas pseudo-opiniões pseudo-conservadoras. acho que já antecipo tanto as reações horrorizadas das pessoas mais velhas (e supostamente sábias do que é "ri-dí-culo"), as quais acabam não acontecendo, que acredito nelas e as reproduzo. tipo: ser velha de cabelão compridão é ridículo, gostar de mulher (sendo mulher) é meio esquisito, não ter carteira assinada é um atraso de vida (coisas assim; os exemplos acima não refletem o que já expressei como minha opinião). na verdade, parece que algumas pessoas não acham mais nada absurdo e impróprio. sintomas da pós-modernidade ("palavras da salvação"). meditei. não consigo lembrar da minha dúvida, mas minha mente NÃO PÁRA! UH!.

big exciting plans for tomorrow.

2 comentários:

Mayra disse...

"gostar de mulher (sendo mulher) é meio esquisito"

engraçado, eu escutei isso ontem no telefone. Tudo bem q num contexto completamente diferente e naquele caso, entendo pq q isso foi dito. No caso, é esquisito mesmo.
Eu não consigo parar de pensar que falei meia hora no cel ontem. Quando eu digo que férias faz mal pra mim, ngm acredita. Eu começo a ficar irresponsável.
Falei bem d vc outro dia e da Loo e das bachiannas e da casa do Nando. Daí me deu a maior saudade de vcs, suas coisas.
Tbm ó, vou fingir q não tô nem aí mais pra nenhum d vcs. haha
Tô estranhando meu cabelo, ele ta clareando do sol e crescendo escuro. Mto bicolor. ¬¬ Coisa de fancha desleixada. Credo!
:***

venho ler o resto qndo a minha internet voltar

Raven disse...

gente, tu tah telecoteco hein??