de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

31.3.08

30.11.2007

tive 25 mil sonhos e a consciência de tê-los, não vou lembrar de tudo, mas alguns foram legais. vi um filme e uma peça com o nando, no mesmo lugar, um depois do outro. a peça tinha uns números musicais, levantávamos para dançar numa parte perto do palco, com areia, mas não podia fazer isso e o som perto do palco era mais ruim do que onde a gente tava. fui com a bethânia (amiga) lá para trás, tava, antes de a peça começar, dando mole pruma menina que ficou amiga do nando e que fazia natação. a gente ia sair pra tomar um chope depois. eu não podia muito, mas falei "foda-se", era sábado. mas nessa hora em que voltamos pra trás tocava no palco um sambista famoso e uma mulher, e isso foi a parte da peça em que os atores davam bronca na gente e a gente ficava a maior parte em pé - o nando e a menina não estavam, só a beth. encontrei maria bethânia (cantora), com quem tive um caso muito tempo antes, falei de uma carta, ela não era velha (a bethânia cantora), abracei-a, disse que a amava - amor de amante. ela me deu uma dica: se a gente pudesse escolher entre fazer revolução cultural ou política (armada), que fizéssemos a cultural. aí ela falava com a pessoa que tava lá do lado, que era um menino, e a bethânia (amiga) tava do meu lado esquerdo, mas não tava lá o tempo todo. bethânia (maria) meio que se materializava em outra, mais baixinha (tipo tia terezinha), e falava que nossos santos tavam brigando, e isso é como acontece. disse, de um jeito bonito: não é assim sempre, mas quando é, como devemos fazer para nos amarmos mesmo com os santos brigando? (aí ela disse o negócio da revolução) e disse também que alguém tinha morrido terroristicamente, com os filhos num carro (tipo contexto gota d'água). tinha uma van branca à nossa direita, com uns caras encasacados de verde-segunda-guerra-mundial, eles estavam dando conta da comida do acampamento. um carregava uma caixa branca cheia de escovas e pastas de dente de todo mundo. perto da van, descarregavam a comida. um sanduíche a metro com um tomate pulando pra fora e uns podes com várias comidas cortadinhas. fiquei pensando que se me juntasse a eles, ia voltar a comer carne... beth (amiga) zipou meu casaco - que também era verde - e ajeitou meu capuz. tivemos que sair correndo dali ou os revolucionários da van nos matariam. saímos do teatro (isso tudo foi na porta do teatro, que tava aberta), saímos correndo cantando revolution (dos beatles), correndo muito rápido, o ar tava muito frio. os revolucionários tacavam gelecas verdes do tamanho de uma pizza em nós, mas erraram um monte. no último, acertaram a beth e ela se desmaterializou. eles tinham descoberto como fazer isso e outros cálculos matemáticos bizarros de um jeito muito fácil e ridículo, eu continuiei correndo até chegar numa arame farpado, onde dois caras conversavam sobre cálculos bizarros e desmaterialização. o caminho desde a porta do teatro até o arame farpado era reto. acordei

Um comentário:

Raven disse...

HAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAH tô rindo muito!!! vc comeu brownie de novo???? ;p