colocando-se no centro, determinando a existência de um centro, o ser humano se compraz na infirmação da excessividade do real, precisamente porque lhe apraz a confirmação da validade genérica de sua humanidade. assim se apreende a razão por que a vida se compreende como a vida humana, que se temporaliza historicamente na biografia dos deuses que se humanizam e dos homens que se divinizam. a vida em si mesma é a vida percebida como Zöe, a vida ritmada na coalescência dionisíaca de sua excessividade como matriz abissal da totalidade do real (...)
RMS
Nenhum comentário:
Postar um comentário