e agora, josé? o ano acabou, gilda me passou, a luz apagou, a cortina se abriu, pátria que me pariu.
assisti às 2 primeiras apresentações do jogral; meio sem palavras, porque tudo aconteceu hoje, tudo; eu nem percebi, mas era a última vez que veria várias daquelas pessoas, aqueles educadores mal educados, aqueles que falham no ofício da administração de cabecinhas vazias.
eu estava conseguindo me controlar até ouvir "seringueiro, dorme".
como a gente dorme durante 7 anos, assim?
quanto tempo até sai baba nos absolver?
como a gente passa por tantas experiências e as negligencia?
apego, não; emoção.
entrei e saí de uma certa instituição sem achar que fiz nada, que mudei nada, e pior: ainda botei a culpa na burocracia e na falta de vontade de membros da direção.
ai.
eu e nandóviski tentamos ver as instalações dos poemas de augusto de campos, mas quando chegamos lá já tinha acabado. há muito tempo. dia 17 de outubro. haha. só eu mesmo.
o homem da portaria me viu sentada na escada, do lado do auditório, e me perguntou se eu tava passando mal.
ai.
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