de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

19.11.04

precisamos esquecer o brasil

e agora, josé? o ano acabou, gilda me passou, a luz apagou, a cortina se abriu, pátria que me pariu.

assisti às 2 primeiras apresentações do jogral; meio sem palavras, porque tudo aconteceu hoje, tudo; eu nem percebi, mas era a última vez que veria várias daquelas pessoas, aqueles educadores mal educados, aqueles que falham no ofí­cio da administração de cabecinhas vazias.
eu estava conseguindo me controlar até ouvir "seringueiro, dorme".
como a gente dorme durante 7 anos, assim?
quanto tempo até sai baba nos absolver?
como a gente passa por tantas experiências e as negligencia?
apego, não; emoção.
entrei e saí de uma certa instituição sem achar que fiz nada, que mudei nada, e pior: ainda botei a culpa na burocracia e na falta de vontade de membros da direção.

ai.

eu e nandóviski tentamos ver as instalações dos poemas de augusto de campos, mas quando chegamos lá já tinha acabado. há muito tempo. dia 17 de outubro. haha. só eu mesmo.

o homem da portaria me viu sentada na escada, do lado do auditório, e me perguntou se eu tava passando mal.

ai.

Nenhum comentário: