- computadeus
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- mira meteu (mira matheus nem precisou mirar, saiu metendo de qualquer jeito e me fodeu)
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- mona-grafia
há muito tempo eu não entrava em pânico desse jeito em uma prova. a única vez de ter me sentido tonta, zonza, desesperada desse jeito foi numa prova de matemática sobre geometria, na 2a série, que fiz doente e tirei 6. tudo porque ontem (hoje, sei lá) pedi pro felipe me manter acordada enquanto eu tentava estudar português e ele não calava a boca, de modo que fiquei acordada mas não estudei.
fatos da vida, às vezes temos que reviver a infância - esse post tá bem parecido com a estrutura dos meus posts antigos, ainda no /nanda_b2 ou no howseenamiactually, ou seja lá como se chamavam meus blogs desde 2001. ando lembrando muito de coisas da minha infância, tipo brincar de médico com a vizinha de casa de arraial ou a primeira vez que fiquei de quatro por shakespeare e a língua inglesa - resolvi ingressar ao mesmo tempo na cultura inglesa e na CAL, pra fazer um curso de teatro pra adolescentes baseado em shakespeare. ontem foi por causa das ternurinhas do onjaki - a vida de um monandengue angolano nada tem a ver com a minha.
vi o ser humano mais bonito do mundo de novo, saindo do ônibus junto comigo. mas como eu talvez o ache agora a segunda criatura mais bonita do mundo, não falei pra ele que ele era a pessoa mais bonita que eu já tinha visto e não dei pra ele este endereço, para que ele lesse o texto em homenagem a ele.
eu ainda faço um livro tipo os que os taxistas sempre dizem que farão: a minha vida no transporte público. a anedota de hoje dá conta de como uma moça desceu santa teresa contando da vergonha dela de ter dado calote num motorista de van amigo dela, um tal de caetano. por isso fez questão de pagar ao motorista do nosso táxi de dois reais, privativo, logo quando entrou. só viemos eu, ela e o motorista, todos rindo das histórias de calotes do povo do morro dos prazeres, da suspensão da integração metrô-ônibus 407, dos bandidos e viciados que pedem carona (mentira, desses não rimos, não).
ainda em santa: o bonde não passou, mas tava o pôr-do-sol dos mais lindos e eu passei pelo flautista, que no fim é um professor de flauta que tá sempre chorando num prédio entre o instituto de yoga e a casa do dau (ouvi duas flautas, uma extremamente alta na tonalidade. na ida, faziam terças e terminavam em lááá siiii dóóóó. na volta, faziam notas longas). moral da história: esse aluno, daqui a uma semana, já tá tocando muito mais do que eu, que traumatizei depois da festa junina - faz muitos meses - e só montei a ditacuja pra tocar um pseudo-take 5 com judson esse fim de semana. no caminho mais pra lá da rua, num prédio bem mais charmoso, tem um saxofonista que eu acho que também é profissa.
tive uma idéia sensacional depois da minha prova massacrante: implementarmos o motel universitário - vulgo MU - no fundão, para suprir as necessidades dos alunos do futuro (se deus quiser) curso noturno da letras. na verdade, ele podia ficar ali pro lado da maré, já despontando para a linha amarela e a vila mimosa, e podia ter um letreiro cujo logo seria uma vaquinha. acho simpático.
fatos da vida, às vezes temos que reviver a infância - esse post tá bem parecido com a estrutura dos meus posts antigos, ainda no /nanda_b2 ou no howseenamiactually, ou seja lá como se chamavam meus blogs desde 2001. ando lembrando muito de coisas da minha infância, tipo brincar de médico com a vizinha de casa de arraial ou a primeira vez que fiquei de quatro por shakespeare e a língua inglesa - resolvi ingressar ao mesmo tempo na cultura inglesa e na CAL, pra fazer um curso de teatro pra adolescentes baseado em shakespeare. ontem foi por causa das ternurinhas do onjaki - a vida de um monandengue angolano nada tem a ver com a minha.
vi o ser humano mais bonito do mundo de novo, saindo do ônibus junto comigo. mas como eu talvez o ache agora a segunda criatura mais bonita do mundo, não falei pra ele que ele era a pessoa mais bonita que eu já tinha visto e não dei pra ele este endereço, para que ele lesse o texto em homenagem a ele.
eu ainda faço um livro tipo os que os taxistas sempre dizem que farão: a minha vida no transporte público. a anedota de hoje dá conta de como uma moça desceu santa teresa contando da vergonha dela de ter dado calote num motorista de van amigo dela, um tal de caetano. por isso fez questão de pagar ao motorista do nosso táxi de dois reais, privativo, logo quando entrou. só viemos eu, ela e o motorista, todos rindo das histórias de calotes do povo do morro dos prazeres, da suspensão da integração metrô-ônibus 407, dos bandidos e viciados que pedem carona (mentira, desses não rimos, não).
ainda em santa: o bonde não passou, mas tava o pôr-do-sol dos mais lindos e eu passei pelo flautista, que no fim é um professor de flauta que tá sempre chorando num prédio entre o instituto de yoga e a casa do dau (ouvi duas flautas, uma extremamente alta na tonalidade. na ida, faziam terças e terminavam em lááá siiii dóóóó. na volta, faziam notas longas). moral da história: esse aluno, daqui a uma semana, já tá tocando muito mais do que eu, que traumatizei depois da festa junina - faz muitos meses - e só montei a ditacuja pra tocar um pseudo-take 5 com judson esse fim de semana. no caminho mais pra lá da rua, num prédio bem mais charmoso, tem um saxofonista que eu acho que também é profissa.
tive uma idéia sensacional depois da minha prova massacrante: implementarmos o motel universitário - vulgo MU - no fundão, para suprir as necessidades dos alunos do futuro (se deus quiser) curso noturno da letras. na verdade, ele podia ficar ali pro lado da maré, já despontando para a linha amarela e a vila mimosa, e podia ter um letreiro cujo logo seria uma vaquinha. acho simpático.
Um comentário:
hahahahah acho realmente q vc não escreveu esse post estando mto bem. agora... TENHO QUE PERGUNTAR: "brincar de médico com a vizinha de casa de arraial"
wtf, fernandjenha? q safadeza!
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