de sofrer e amar, a gente não se desfaz.

21.2.11

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

"nessa recessão dos diabos", olhe o que a nata de juventude brasileira faz com o dinheiro:


me pergunto se esse é o "destino absoluto" da história de hegel. para isso viramos capitalistas?

enquanto isso, leio um marco de uma coisa chamada "absurdismo", que não sabia que existia. tinha que entender a piada que postei abaixo. (http://www.samuel-beckett.net/Waiting_for_Godot_Part1.html) foda pra caralho. aposto que o bruno marconi vai gostar.

6 comentários:

Bruno Marconi da Costa disse...

Então, a teleologia do Hegel me deixa meio cabreiro. Digo isso porque, pra mim, cada modo de produção tem suas especificidades, e o capitalismo não é absoluto, nem eterno e nem "destino".

Sasparadaí do vídeo, pra mim, é uma coisa que se aproxima mais da aristocracia do que da burguesia... o cara já tem um status econômico tão alto e consolidado, com um abismo tão grande que os separa das outras classes, que ele não precisa re-investir esse dinheiro para fazê-lo circular, e sim esbanjá-lo como luxo, como forma de re-afirmação de sua posição ("EU POSSO").

Sobre o teatro do absurdo... brigado por ter me lembrado que eu tenho que ler essa peça! HEAHEUAH
Tava lendo O Homem Revoltado, do Camus. Vale a pena, também, mas ele tem umas "falhas" de interpretação típicas das décadas de 30-40-50... o que talvez torne a parada bastante interessante!

E olha, eu sou tão mala que fiz um comentário maior que o post. :(

Beijão, Fernandinha, e valeu pela mention :D

jovem broto disse...

não sei o que é absurdismo, mas AMO essa peça. me fez comprar TUDO do bockett em dublin.

Rafael disse...

eu tenho muito medo desse inútil luxo

Samuca disse...

samuel-beckett.net. tão bonito!

Raven disse...

adorei o jun com o bockett dele! ;p hihihihihih

AMO teatro do absurdo. gostaria de ter em mãos todas a peças possíveis, mas é praticamente impossível encontrar isso por aki. =/

adoro as peças do Pinter tb.

fernanda disse...

pede pro jun emprestado! ele empresta por um tempão... e sempre tem o telefone dele na folha de rosto.