"nessa recessão dos diabos", olhe o que a nata de juventude brasileira faz com o dinheiro:
me pergunto se esse é o "destino absoluto" da história de hegel. para isso viramos capitalistas?
enquanto isso, leio um marco de uma coisa chamada "absurdismo", que não sabia que existia. tinha que entender a piada que postei abaixo. (http://www.samuel-beckett.net/Waiting_for_Godot_Part1.html) foda pra caralho. aposto que o bruno marconi vai gostar.
6 comentários:
Então, a teleologia do Hegel me deixa meio cabreiro. Digo isso porque, pra mim, cada modo de produção tem suas especificidades, e o capitalismo não é absoluto, nem eterno e nem "destino".
Sasparadaí do vídeo, pra mim, é uma coisa que se aproxima mais da aristocracia do que da burguesia... o cara já tem um status econômico tão alto e consolidado, com um abismo tão grande que os separa das outras classes, que ele não precisa re-investir esse dinheiro para fazê-lo circular, e sim esbanjá-lo como luxo, como forma de re-afirmação de sua posição ("EU POSSO").
Sobre o teatro do absurdo... brigado por ter me lembrado que eu tenho que ler essa peça! HEAHEUAH
Tava lendo O Homem Revoltado, do Camus. Vale a pena, também, mas ele tem umas "falhas" de interpretação típicas das décadas de 30-40-50... o que talvez torne a parada bastante interessante!
E olha, eu sou tão mala que fiz um comentário maior que o post. :(
Beijão, Fernandinha, e valeu pela mention :D
não sei o que é absurdismo, mas AMO essa peça. me fez comprar TUDO do bockett em dublin.
eu tenho muito medo desse inútil luxo
samuel-beckett.net. tão bonito!
adorei o jun com o bockett dele! ;p hihihihihih
AMO teatro do absurdo. gostaria de ter em mãos todas a peças possíveis, mas é praticamente impossível encontrar isso por aki. =/
adoro as peças do Pinter tb.
pede pro jun emprestado! ele empresta por um tempão... e sempre tem o telefone dele na folha de rosto.
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